17 de Outubro de 2011

A notícia que serve de base a este tema vem com o Orçamento de 2012 em que Médicos e Enfermeiros com contrato individual de trabalho não possam ganhar mais que o correspondente nas Respectivas Carreiras. Se para os médicos deverá ter algum impacto, creio que será muito pouco o número de enfermeiros a ser abrangidos por esta medida, mas é muito menos custoso em termos de impacto meter duas classes e não apenas uma.

publicado por Luís Caldas às 18:45

Para cumprir o objectivo de 4,5% do deficit previsto no Plano da Troika é preciso este orçamento. O PEC IV previa que se chegaria aos 3%, era uma falácia...

publicado por Luís Caldas às 16:00

16 de Outubro de 2011

Isto...

 

Felizmente esta o meu Subsídio já não vai pagar em 2012...

publicado por Luís Caldas às 13:00

14 de Outubro de 2011
O Novo Elefante Branco Português - Aeroporto de Beja
publicado por Luís Caldas às 20:00

Gostava de saber se os enfermeiros do SEP, SE e SIPE que são funcionários públicos, mas que têm comissão de serviço vão prescindir dos seus Subsídios de férias e de Natal em solidariedade com os seus colegas funcionários públicos...

publicado por Luís Caldas às 18:00

13 de Outubro de 2011

António Barreto não tem medo de dizer as verdades por mais inconvenientes que elas sejam. Dá uma brilhante entrevista em que desmistifica alguns mitos sobre a Saúde em Portugal.

 

Alguns destaques meus:

 

Estabeleceu-se o princípio de que quando alguém fala nos custos está a ser economicista. Detesto esta frase, porque não olhar para os custos significa obrigar o povo a pagar.

 

A ideia de que a partir de agora os pobres vão morrer e os ricos vão sobreviver faz parte da demagogia política e é detestável. 

 

Mas vamos ter de escolher a quem é que esses serviços são prestados de forma gratuita e a quem é que são prestados com taxas moderadoras, comparticipação de custos ou de preços.

 

Por exemplo, um bloco cirúrgico deve trabalhar 14 horas por dia e a maioria em Portugal trabalha cinco ou seis porque os médicos estão em duplas funções. Há promiscuidade, não há controlo suficiente sobre o trabalho e há pouca dedicação exclusiva nos hospitais públicos.

Porque é que damos de barato que para se fazerem transplantes tem de se pagar mais aos médicos? Porque é que os médicos não estão disponíveis para só receberem metade em incentivos?

Pergunta: E acha que aceitam?

Se não aceitarem, então porque se critica o ministro em vez de se criticarem os médicos? A opinião pública foi muito condicionada pelo interesse dos médicos.

Um médico que só receita medicamentos para se ver livre do doente está a falhar. É a mesma coisa com os falsos atestados médicos. Há milhares passados todos os dias e não há processos. Perdem-se milhões de dias de trabalho.



 

 

publicado por Luís Caldas às 02:32

30 de Junho de 2011

Penso que Passos Coelho arriscou tudo hoje, ao exigir parte significativa do Subsídio de Natal aos Portugueses. Se o Presidente da República já tinha falado de limites aos sacrifícios, pedir algo desta indole é atingir o máximo.

 

Sem verdadeiros cortes na despesa nos próximos meses/anos dificilmente esta medida será bem aceite. Contudo, lançar esta medida logo no início da legislatura dá uma bela imagem do comprometimento do Governo com o Objectivo do Deficit para 2011.

publicado por Luís Caldas às 20:00

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