14 de Outubro de 2011

A Helena Matos teme que os cortes na realização dos exames pedidos por médicos do SNS no Hospital Público venham a prejudicar a saúde das pessoas. Contudo esta medida parece-me uma óptima oportunidade para se optimizar de uma vez por todas os Serviços de Imagiologia que funcionam durante uma pequena parte do dia, porque no resto do dia os senhores técnicos têm de estar no privado a fazer o que não "tiveram tempo" de fazer no público.

publicado por Luís Caldas às 13:00

...Sabem que uma asneira nunca vem ...

publicado por Luís Caldas às 01:00

13 de Outubro de 2011

"E sejamos claros: enquanto não se enfrentar a questão do número estratosférico de funcionários públicos que o país tem, bem como avaliar a pertinência de serviços e institutos a que muitos estão afectos (que, tantas vezes, são ou redundantes ou mesmo parasitários da economia e, sempre, perdulários), reduzir o rendimento de todos é a opção que resta."

publicado por Luís Caldas às 22:30

Aqui está uma delas...

publicado por Luís Caldas às 22:07

O dos Médicos serve para dizer asneiras pelos vistos...

publicado por Luís Caldas às 18:00

Aquelas pessoas que recorrem ao médico para que lhe passe um atestado porque não querem ir trabalhar ou porque lhes doi a unha do dedo mindinho do pé têm de ser penalizadas.

 

Também elas são responsáveis e muito pela baixa produtividade do país.

 

Já para não falar que os Srs. Doutores que o fazem têm de ser punidos quer pela OM quer judicialmente.

 

Podem pensar que se fulano x tem atestado não tem influência na nossa vida, mas para fulano não ir trabalhar nós temos de lhe pagar com os impostos que pagamos e pensem lá se são poucos...

publicado por Luís Caldas às 13:00

António Barreto não tem medo de dizer as verdades por mais inconvenientes que elas sejam. Dá uma brilhante entrevista em que desmistifica alguns mitos sobre a Saúde em Portugal.

 

Alguns destaques meus:

 

Estabeleceu-se o princípio de que quando alguém fala nos custos está a ser economicista. Detesto esta frase, porque não olhar para os custos significa obrigar o povo a pagar.

 

A ideia de que a partir de agora os pobres vão morrer e os ricos vão sobreviver faz parte da demagogia política e é detestável. 

 

Mas vamos ter de escolher a quem é que esses serviços são prestados de forma gratuita e a quem é que são prestados com taxas moderadoras, comparticipação de custos ou de preços.

 

Por exemplo, um bloco cirúrgico deve trabalhar 14 horas por dia e a maioria em Portugal trabalha cinco ou seis porque os médicos estão em duplas funções. Há promiscuidade, não há controlo suficiente sobre o trabalho e há pouca dedicação exclusiva nos hospitais públicos.

Porque é que damos de barato que para se fazerem transplantes tem de se pagar mais aos médicos? Porque é que os médicos não estão disponíveis para só receberem metade em incentivos?

Pergunta: E acha que aceitam?

Se não aceitarem, então porque se critica o ministro em vez de se criticarem os médicos? A opinião pública foi muito condicionada pelo interesse dos médicos.

Um médico que só receita medicamentos para se ver livre do doente está a falhar. É a mesma coisa com os falsos atestados médicos. Há milhares passados todos os dias e não há processos. Perdem-se milhões de dias de trabalho.



 

 

publicado por Luís Caldas às 02:32

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