13 de Outubro de 2011

"E sejamos claros: enquanto não se enfrentar a questão do número estratosférico de funcionários públicos que o país tem, bem como avaliar a pertinência de serviços e institutos a que muitos estão afectos (que, tantas vezes, são ou redundantes ou mesmo parasitários da economia e, sempre, perdulários), reduzir o rendimento de todos é a opção que resta."

publicado por Luís Caldas às 22:30

Aqui está uma delas...

publicado por Luís Caldas às 22:07

O dos Médicos serve para dizer asneiras pelos vistos...

publicado por Luís Caldas às 18:00

Aquelas pessoas que recorrem ao médico para que lhe passe um atestado porque não querem ir trabalhar ou porque lhes doi a unha do dedo mindinho do pé têm de ser penalizadas.

 

Também elas são responsáveis e muito pela baixa produtividade do país.

 

Já para não falar que os Srs. Doutores que o fazem têm de ser punidos quer pela OM quer judicialmente.

 

Podem pensar que se fulano x tem atestado não tem influência na nossa vida, mas para fulano não ir trabalhar nós temos de lhe pagar com os impostos que pagamos e pensem lá se são poucos...

publicado por Luís Caldas às 13:00

António Barreto não tem medo de dizer as verdades por mais inconvenientes que elas sejam. Dá uma brilhante entrevista em que desmistifica alguns mitos sobre a Saúde em Portugal.

 

Alguns destaques meus:

 

Estabeleceu-se o princípio de que quando alguém fala nos custos está a ser economicista. Detesto esta frase, porque não olhar para os custos significa obrigar o povo a pagar.

 

A ideia de que a partir de agora os pobres vão morrer e os ricos vão sobreviver faz parte da demagogia política e é detestável. 

 

Mas vamos ter de escolher a quem é que esses serviços são prestados de forma gratuita e a quem é que são prestados com taxas moderadoras, comparticipação de custos ou de preços.

 

Por exemplo, um bloco cirúrgico deve trabalhar 14 horas por dia e a maioria em Portugal trabalha cinco ou seis porque os médicos estão em duplas funções. Há promiscuidade, não há controlo suficiente sobre o trabalho e há pouca dedicação exclusiva nos hospitais públicos.

Porque é que damos de barato que para se fazerem transplantes tem de se pagar mais aos médicos? Porque é que os médicos não estão disponíveis para só receberem metade em incentivos?

Pergunta: E acha que aceitam?

Se não aceitarem, então porque se critica o ministro em vez de se criticarem os médicos? A opinião pública foi muito condicionada pelo interesse dos médicos.

Um médico que só receita medicamentos para se ver livre do doente está a falhar. É a mesma coisa com os falsos atestados médicos. Há milhares passados todos os dias e não há processos. Perdem-se milhões de dias de trabalho.



 

 

publicado por Luís Caldas às 02:32

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